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sábado, 1 de junho de 2013

BR-040 ficará parcialmente interditada nesta terça-feira

Interdição acontece na madrugada de terça (4).
Reversão da pista vai acontecer no Km 80, sentido Rio.

Do G1 Região Serrana


A passagem de três carretas de grande porte causará a interdição da descida da Serra de Petrópolis, Região Serrana do Rio, na madrugada desta terça-feira (4). A reversão de pista interditará o trecho do km 80 (Petrópolis) ao 104 (Duque de Caxias) da BR-040, no sentido Rio, de meia-noite às 5h de terça.
A operação será coordenada pela Polícia Rodoviária Federal, com apoio da Concer, concessionária que administra a via. A partir do km 80, as carretas prosseguirão viagem para Minas Gerais pela mão normal da rodovia. Condições climáticas desfavoráveis podem provocar o adiamento da reversão de pista. A subida da serra funcionará normalmente durante a reversão no sentido oposto.
Para mais informações, o usuário deve ligar gratuitamente para a Central de Atendimento da Concer, pelo 0800-282-0040. Portadores de deficiência auditiva e de fala devem ligar para 0800-281-0041.



sexta-feira, 31 de maio de 2013

Deficientes têm atenção especial em recadastramentos biométrico em MG

Cerca de 900 eleitores são cadastrados diariamente em Divinópolis.
Recadastramento segue até o dia 29 de novembro.

Do G1 Triângulo Mineiro


Recadastramento especial será até o dia 29 de novembro  (Foto: Reprodução/TV Integração)
Recadastramento especial será até o dia 29 de
novembro (Foto: Reprodução/TV Integração)


Em Divinópolis, no Centro-Oeste do estado, os eleitores têm procurado o cartório eleitoral para fazer o recadastramento biométrico. Diariamente, aproximadamente 900 eleitores tem realizado o cadastro. E, visando atender a todos, uma atenção especial é dada as pessoas com alguma deficiência física.

Reginaldo Couto é cadeirante e presidente da Associação de Deficientes do Oeste de Minas (Adefom). Por causa da deficiência, ele foi encaminhado para a fila prioritária. Em menos de 30 minutos, ele conseguiu realizar o recadastramento. "Eu não vi problema nenhum. A própria fila, que às vezes atrasa, estava andando. Foi muito tranquilo e confortável", disse.

Para atender os eleitores, 37 pessoas foram contratadas para trabalhar no recadastramento biométrico. Segundo a supervisora Priscilla Sousa Salles, todas passaram por um treinamento especial para exercer a função e atender as pessoas com deficiências. "O atendimento prioritário não é muito diferente do normal. Temos uma pessoa qualificada para prestar atendimento, quando se trata de pessoas com deficiência auditiva, ou que não enxergam", disse.
Uma das grandes preocupações do Tribunal Eleitoral de Minas Gerais é a captura perfeita das digitais. Com isso, um lenço umedecido é utilizado para que não haja problemas. Mas, caso não seja possível colher a digital por alguma deficiência ou outro problema, a situação é outra. "O atendente tem três opções, ele pode colocar que o dedo é amputado, pode liberar a urna para votação através de uma senha", informou o chefe de cartório, Halley Alves.
Até esta sexta-feira (31), cerca de sete mil pessoas já fizeram o seu recadastramento. Em nenhum desses casos houve problemas com a captura da digital.
Os eleitores que votam em Divinópolis, têm até o dia 29 de novembro para realizar o recadastramento biométrico, que pode ser agendado pela internet. A partir de segunda-feira, 3 de junho, seis guichês estarão disponíveis para realizar o atendimento agendado. O cartório eleitoral, que fica na Avenida Sete de Setembro, 818, Centro, funciona das 8h às 17h.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Hospitais de Ribeirão são obrigados a fazer 'teste da orelhinha' em bebês

Acordo assinado com MP garante que maternidades paguem pelo exame.
Teste dura 5 minutos e detecta precocemente problemas auditivos e surdez.

Do G1 Ribeirão e Franca


Teste da orelhinha passa a ser feito em São João da Boa Vista (Foto: Reprodução/EPTV)  
Teste da orelhinha passa a ser obrigatório em
 hospitais de Ribeirão Preto (Foto: Reprodução/EPTV)

Um acordo assinado entre o Ministério Público e hospitais de Ribeirão Preto (SP) nesta quarta-feira (29) garante que todas as crianças nascidas na cidade sejam submetidas ao exame de Emissões Otoacústicas Evocadas (EOA), popularmente conhecido como “teste da orelhinha”, que previne doenças auditivas e a surdez.
Atualmente, apenas a Maternidade do Complexo Aeroporto (Mater) vinha realizando o teste gratuitamente, apesar de a Lei Federal nº 12.303/2010 tornar obrigatória e gratuita a realização em qualquer hospital. "Faltava definição sobre quem deveria pagar pelo teste. A lei obriga fazer, mas não diz quem paga por isso", explica o promotor Sebastião Sérgio da Silveira, responsável pela ação civil pública.
A partir de agora, as maternidades devem oferecer o teste no próprio estabelecimento ou acompanhar que seja realizado posteriormente, sem nenhum custo à família. O exame será pago pelo hospital ou pelo plano de saúde da mãe, caso este assuma os gastos. A unidade de saúde que descumprir o acordo será multada em R$ 1 mil por bebê.
Silveira afirma também que, caso os pais não autorizem a realização do exame, a maternidade deve comunicar o fato à Promotoria, que tomará as medidas cabíveis. "Vamos acionar a família na Justiça e obrigá-la a realizar o exame, porque se trata da saúde da criança."


Teste da orelhinha
Realizado até o terceiro mês de vida do bebê, o “teste da orelhinha” consiste na colocação de uma espécie de sonda na orelha da criança, que emite sons de fraca intensidade e recolhe, no computador, as respostas que o ouvido produz – uma espécie de eco do som emitido.

Havendo alguma suspeita, a criança é encaminhada para avaliações otológica e audiológica completas. Uma vez confirmados o tipo e o grau da perda auditiva, a família é atendida por especialistas para um iniciar um programa de intervenção precoce, onde receberá orientações sobre o uso de aparelhos de amplificação ou implante coclear e terapia fonoaudiológica para a criança.

FONTE: http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2013/05/hospitais-de-ribeirao-sao-obrigados-fazer-teste-da-orelhinha-em-bebes.html

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Escolas terão que implantar libras como disciplina curricular

Dez escolas de Rio Branco já oferecem a disciplina de libras.
O objetivo do projeto é ampliar a inclusão social, até 2021.

Tácita Muniz Do G1 AC


Libras  (Foto: Arquivo escola )
As aulas são ministradas a partir da educação infantil.
(Foto: Arquivo projeto )

O projeto Escola Acessível, Caminhos para o Bilinguismo propõe que até 2021 todas as escolas da rede municipal de Rio Branco incluam a Linguagem Brasileira dos Sinais (Libras) como disciplina curricular. A implantação teve início no ano passado, quando a Secretaria Municipal de Educação e o Ministério Público firmaram acordo através de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
A partir de 2012, as escolas municipais e municipalizadas começaram a incluir, gradativamente, Libras no ensino. A coordenadora do projeto, Jucelma Mourão, explica que aos poucos o projeto vai abrangendo as escolas. "Para não prejudicar a rede de ensino municipal, a inclusão está sendo feita de forma gradativa, começando com quatro escolas e progressivamente quatro escolas por ano",diz.

Neste ano conta-se dez escolas que possuem o processo de ensino em Libras, além disso, o TAC também impôs a criação de um Centro Municipal de Apoio ao Surdo (CAS) que será responsável pelo suporte e oferecimento de cursos para a comunidade. "O CAS vai oferecer cursos para quem tiver interesse em participar. Assim, em pouco tempo, teremos pessoas habilitadas para fazer com que o projeto cresça ainda mais nas escolas", explica Jucelma.
Para realizar as aulas, o centro municipal contratou cinco professores temporários que se dividem para realizar as atividades. A coordenadora explica essa divisão. "Esses profissionais são habilitados para aulas de libras, dois deles trabalham diretamente comigo para a execução do projeto, os outros três estão na organização do CAS para oferecer esses cursos à comunidade. O centro vai funcionar fornecendo qualificação e formação dos profissionais que irão atuar no ensino".
Jucelma tem pós gradução em Libras e mestrado em Linguagem e Identidade, ela fez a primeira dissertação do estado que fala sobre o ensino especializado na linguagem dos sinais. Atualmente ela coordena o projeto de bilinguismo e planeja as aulas que são dadas nas escolas. "Uma vez por mês nos encontramos com os professores, passamos aulas, depois o professor passa a aula novamente para tirarmos dúvidas e mantermos a qualidade no uso e ensino dos sinais", diz.
As oficinas são ministradas em escolas ensino infantil que vão até o sexto ano, antiga 5º série. Cada aula tem uma duração de 30 minutos e todos os servidores da escola participam.A coordenadora do projeto explica que assim a interação e inclusão é maior. "Quando a escola é contemplada com o projeto, abrange a todos. Justamente para que o aluno se sinta acolhido para pedir um suco, porque a merendeira vai poder olhar pra ele, entender e interagir sem  necessidade de um intérprete".

Libras (Foto: Arquivo escola )
As oficinas duram meia hora. (Foto: Arquivo escola )

O objetivo é atingir justamente as crianças pela facilidade de aprendizagem e a formação de possíveis profissionais. "Nós não vamos ter tanta falta de profissionais como os intérpretes, porque vai ser mais fácil encontrar pessoas que se identifiquem com a língua. Imagina se você tem contato com essa língua na sua pré-escola, o curso de intérprete será tão fácil como qualquer outro", explica.
Jucelma resume a importância do projeto na inclusão social. "Além de ser bom para o surdo, vai ser bom para o ouvinte, porque não vai ser mais um bicho de sete cabeças quando encontrar uma pessoa que não fala nossa língua oral. Essa parte social, no meu ponto de vista, é a parte mais interessante do projeto, fazer com que crianças sintam-se à vontade para se comunicar com os colegas surdos, sem ter aquela ideia pré-estabelecida de que o surdo não pode falar. Ele sabe falar sim, mas nós falamos com ele dessa forma".
Professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE), Marcilane da Rocha, trabalha com o ensino infantil e garante que a receptividade dos alunos ao projeto é uma das melhores possíveis. " A aceitação deles é a melhor possível, é um conteúdo e uma língua diferente. Prova disso é que quando eles me encontram na rua repetem o que aprenderam na aula, cumprimentam na língua dos sinais", finaliza.

Fundação do Trabalho oferece vagas para deficientes em Campo Grande

Destaque para as funções de repositor e operador de empilhadeira.
Interessados devem se cadastrar na sede da Funsat.

Do G1 MS


A Fundação Social do Trabalho (Funsat) de Campo Grande oferece, nesta quarta-feira (29), 13 vagas de emprego para deficientes. Entre as funções disponíveis estão as de repositor de mercadorias e operador de máquina empilhadeira.

As vagas são para preenchimento imediato. Os interessados devem fazer o cadastro na sede da Funsat com os documentos pessoais (RG, CPF e Carteira de Trabalho). O horário de atendimento é das 7h30 às 17h (horário de MS) e o endereço é avenida Eduardo Elias Zahran, 1581, Jardim TV Morena. O setor é a Coordenadoria de Promoção ao Trabalho para a Pessoa com Deficiência. Mais informações: (67) 3314-5042 e 3314 5849.

Confira abaixo a lista de oportunidades:

- 05 vagas para repositor de mercadorias – sem experiência – ensino médio completo, para pessoa com deficiência física parcial, um membro superior ou inferior;

- 03 vagas para operador de máquina empilhadeira – com experiência – ensino fundamental completo, para pessoa com deficiência física (amputação), auditiva (surdez bilateral parcial) e intelectual;

- 01 vaga para auxiliar técnico de eletricidade de linhas de transmissão – sem experiência – ensino médio completo, para manutenções em equipamentos dos sistema elétrico de potência, para pessoa com baixa visão ou deficiência auditiva (surdez bilateral parcial);

- 01 vaga para comprador – sem experiência – ensino médio completo, comércio de máquinas e peças, para pessoa com deficiência física parcial (membros superiores ou inferiores), cadeirante, nanismo ou baixa visão;

- 01 vaga para secretário assistente administrativo (técnico) – sem experiência – ensino médio completo, para pessoa com deficiência física parcial (um membro superior ou inferior), surdez bilateral parcial ou baixa visão;

- 01 vaga para office-boy – sem experiência – ensino médio incompleto, para pessoa com deficiência física parcial (um membro inferior ou superior), surdez bilateral parcial ou nanismo;

- 01 vaga para auxiliar de limpeza – com experiência – ensino fundamental completo, para pessoa com surdez bilateral parcial, trabalha de segunda a sexta.

Outras vagas disponíveis no site da Funsat.

Paciente com surdez não consegue encontrar família em hospital do ES

Rapaz não tem identidade, não sabe escrever e não se comunica por Libras.
Segundo a Sesa, desde 21 de maio ele está esquecido no São Lucas.

Juliana Borges Do G1 ES


Homem sem documentos está internado no São Lucas desde o dia 21 de maio (Foto: Divulgação/ Sesa)
Homem sem documentos está no  Hospital São
Lucas desde 21 de maio (Foto: Divulgação/ Sesa)


Um homem de aparência jovem está internado no Hospital São Lucas, em Vitória, desde o dia 21 de maio deste ano e nenhum familiar ou conhecido foi ao local até esta quarta-feira (29) Apenas uma suposta vizinha entrou em contato por telefone, mas sem grandes informações, segundo o hospital. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) disse que ele foi vítima de atropelamento e estava sem documentos que pudessem identificá-lo. Conforme informações da unidade, seu quadro no momento é estável, mas ele não consegue se comunicar com a equipe por ser deficiente auditivo e, aparentemente, não saber escrever ou conhecer a língua de sinais (Libras).

A divulgação da foto do paciente foi um pedido do hospital, na tentativa de localizar algum familiar ou alguém que possa dar informações sobre o rapaz. De acordo com a diretoria da unidade, apenas uma mulher, que se identificou como vizinha, ligou para o setor de Assistência Social.


“Ele chegou ao São Lucas só com a roupa do corpo e não fala nada, só balbucia. Percebemos que ele tem muito interesse por comida, fica muito animado quando vê o carrinho de comida passando, mas muitas vezes apenas anda pelos corredores parecendo desorientado. Uma suposta vizinha da família dele, moradora de Cariacica, nos ligou ao ver a foto na internet e ficou de passar o contato de uma irmã do rapaz, mas até agora nada”, disse a diretora técnica do hospital, Isabel Cristina Carvalho.

O rapaz foi levado ao local pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e está internado em uma das enfermarias da unidade. Quem tiver outras informações pode procurar a assistente social de plantão, pelo telefone (27) 3381-3388, das 7h às 19h.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Emprega São Paulo seleciona para 16,7 mil vagas

São 188 vagas de trabalho para pessoas com deficiência.
Já para alunos de cursos técnicos são 93 oportunidades.

Do G1, em São Paulo

O programa Emprega São Paulo/Mais Emprego, sistema de intermediação de mão de obra do governo de São Paulo, em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), oferece nesta semana 16.683 vagas de emprego em todo o estado.


Desse total, as funções com mais vagas por região são 97 vagas para controlador de acesso/ porteiro na Zona Oeste de São Paulo, 50 para auxiliar de serviços gerais e 50 para auxiliar de depósito na Zona Norte de São Paulo, 50 para analista de atendimento junior em São Bernardo do Campo, 30 para auxiliar de produção, em Itaquaquecetuba, 20 para cobrador de transporte coletivo, em Mogi das Cruzes e 15 para auxiliar de enfermagem em Ribeirão Pires.

Para as pessoas com deficiência, o Emprega São Paulo/Mais Emprego e o Programa de Apoio a Pessoa com Deficiência (Padef) têm 188 vagas de trabalho. Entre as oportunidades estão 21 vagas para oficial de serviços gerais na manutenção de edificações, 22 para auxiliar de limpeza, 15 para agente de terminais, 12 para auxiliar de cozinha, 22 para assistente de vendas e 20 para auxiliar administrativo e de escritório em várias regiões de São Paulo.

Para concorrer às vagas, é necessário comparecer a um Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), com RG, CPF, PIS, carteira de trabalho, laudo médico com o Código Internacional de Doenças (CID) e audiometria (no caso de deficiência auditiva). Se o candidato não tiver os laudos solicitados, os funcionários do Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) oferecerão o devido suporte.
O Aprendiz Paulista, programa que promove a vivência e insere o aluno dos cursos técnicos do Centro Paula Souza (Etecs) no mercado de trabalho, tem 93 vagas. Entre os destaques estão 11 vagas para estudantes de administração, 7 para logística, 6 para eletroeletrônica e 5 para informática.
Para ter acesso às vagas e aos programas de qualificação, como o Time do Emprego e o Programa Estadual de Qualificação (PEQ), é preciso acessar o site www.empregasaopaulo.sp.gov.br, criar login, senha e informar os dados solicitados. Outra opção é comparecer a um Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) com RG, CPF, PIS e carteira de trabalho - veja aqui os endereços.